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"Ouvi falar
de Rawet pela primeira vez no Campus da Unb, ali na livraria do
Chiquinho, numa tarde ensolarada, quando as meninas da filosofia
estavam sentadas de pernas abertas junto as paredes, folheando Kant
ou fingindo entender Dérrida (...) Prozac, Aropac, Daforin
, Deprax, Trifluoperazina e outras mil merdas, tudo em doses supercavalares.
Id, Ego, Superego. O desejo é aquilo que falta, aquilo que
está ausente! Os olhos já sem lágrimas parecem
duas sementes estéreis..." |